Quando escrevi o primeiro assunto sobre discadores, até então tinha uma pequena experiência e fiz uma avaliação simples sobre as ferramentas. Hoje com mais 3 anos de experiência quero voltar nesse assunto.
As ferramentas de discagem já deixaram de ser encaradas como “queimador de mailing, aumento da conta”, e, se transformaram em aliadas estratégias dos Contact Center’s.
Seja em cobranças, televendas, pesquisas, metralhadoras/Voicer’s… O número de PA’s utilizando cresce a cada ano no Brasil.
Mas ainda sim, há uma grande necessidade de melhorias no mercado.
Vamos descrever alguns pontos par auxiliar analistas e outros profissionais.
1 – Quando falamos em Cobranças e Televendas, é necessário ter estratégias ou segmentação específica para o trabalho. Normalmente se carrega todo o mailing e começa-se a disparar contatos aleatoriamente. Isso é ineficaz! No caso das cobranças, deve-se ser estabelecidos critérios de cobrança, como faixa de atraso e valores para cada campanha. Isso eleva as possibilidades de aumentar os resultados. Em televendas, pode-se ser estabelecido alguma divisão em termos de regiões e/ou tipo de clientes que agreguem na venda do produto.
2 – Determinar regras de discagem para tipos de resultados como Ocupado, Secretária Eletrônica, etc. Essas regras devem ser inseridas de acordo com análises e reavaliadas em períodos curtos. Também é necessário usar padrões de Inbound em discadores como: Ocupação por Hora, Produtividade, Improdutividade, Cham. Atendidas, Cham. Abandonadas; criar o indicador de Best Time to Call ou melhor hora para discar. Isso com certeza ajudará a otimizar o desempenho.
3 – Ter profissionais que avaliem os resultados. Além do analista, assistentes ou control-desk’s para avaliarem a ferramenta no mínimo hora a hora. Não basta ter a ferramente e não ter o piloto.
Como diz um executivo conhecido “De que adianta você ter a Ferrari na garagem e não saber dirigir!”


